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sábado, 9 de março de 2013
Dia ruim vs. Universo conspirador
Hoje eu estava ouvindo Monomania, da Clarice Falcão. O dia estava péssimo. Era uma sexta-feira que caiu o mundo, eu estava super doente e teria um final de semana com não uma, mas três festas para ir. Ah, e pra dar a cereja do bolo pra situação, to sem luz em casa e meu computador tá com 11% de bateria. E aí? No mínimo difícil, não é?
Enfim, por mais que pareça, o foco do texto não seria reclamar da minha vida. Voltando. Na, música, tem uma frase que diz tudo "Eu já falei, pra mim, jurei até, que essa não seria pra você e agora é". É, mas calma, calma, esse texto não é sobre nenhum dos dois meninos que já escrevi sobre nesse blog! Por mais que, eu queria que fosse pra algum deles.
Na verdade, poderia ser para qualquer um que esteja por aí, mas até o qualquer um não está aqui. Tô com aquele sentimento de vazio. Sabe quando você tem amigos super fofos que te visitam quando você tá doente, uma vida legal, um quarto só seu, pais e uma cachorra fofinha e etc? Mas ainda rola aquele sentimento de algo faltando e no momento o nome dele seria de "sinto falta de gostar de alguém".
Sinto falta de querer ver alguém, de saber que vou ver essa pessoa no dia e sentir meu coração palpitar mais rápido, trocar mensagens, ficar juntos, pensar em palavras boas pra tentar impressionar ou pelo menos criar uma conversa (que renda muuuuita coisa) que no final te faça deitar pensando sobre ela [e na pessoa, e em um beijo] quando você chega no seu quarto. Quero ter isso, quero sentir isso, e quero que seja logo. E sim, eu pensei naquela frase "quando você menos espera, acontece", mas mesmo se eu não esperar, se eu passar esse tempo todo dormindo, viajando, fingindo que não ligo ou até não ligar de verdade, será que ele acontece, mesmo?
Sei lá, eu sei que alguém vai ler isso e falar tipo "Ai, eu te entendo total! Mas a gente não precisa de ninguém", com aquele ar de "solteira sim, sozinha nunca" (mas bem menos brega, eu juro!) ou aquele do tipo "Somos mulheres bonitas, interessantes e legais e algum carinha nos espera por aí". E se você leu isso com a voz de alguma tia ou amiga que espera um princípe encantado ou até a amiga que mais se ilude sua, eu não te culpo porque eu leria também. E esse sentimento de vazio que eu estou sentindo agora não tem muito haver com aquelas frases não.
Tudo bem, não to quase morrendo por estar "sozinha", mas queria muito um abraço mais caloroso e intenso do que de um abraço amigo agora.
E hoje pelo menos, nada está cooperando para eu mudar isso.
Droga.
domingo, 20 de janeiro de 2013
O ponto final
Esses dias eu lembrei de uma música que me definia muito quando eu gostava de você. Todas as vezes que eu a colocava novamente no replay, eu apenas sorria e achava engraçado esse "movimento repetitivo". Porém, já faz um tempo que isso mudou, mudou para melhor.
Se eu mostrasse para alguma amiga minha que estava ouvindo essa música aposto que uma delas falaria "Nossa, você desenterrou essa daí, né?". Não falariam isso por saber que se tratava de você e porque sabem que agora você estava no meu passado, na verdade, elas não pensariam em nada de verdade, só pensariam que a música era de pelo menos 2005.
É até meio irônico elas não saberem relacionar direito que a música era ligada a você para mim. É irônico porque o nome da música é "The Things I'll Never Say". Não era de propósito eu não falar nada a elas, talvez. Acho que não vou lembrar se era ou não porque decidi apagar tudo da memória, esquecer essa ligação e simplesmente seguir em frente. Você foi apagado também. Mas, foi para a melhor, como eu disse.
Lembro de todas as vezes que alguma festa se aproximava eu torcia para que você fosse. Eu imaginava momentos antes de terminar de me arrumar, em casa ainda, se você faria tudo o que você sempre fazia todas as vezes em todas as festas. Você não mudava, era engraçado e talvez um pouco trágico. Engraçado porque era previsível, e trágico porque era previsível também, mas também porque você nunca chegava com algo até o fim, ou porque ninguém fazia nada quando ainda era cedo e poderia dar tempo de algo mais intenso acontecer, ou porque era só legal se provocar e curtir o momento, ou porque, sei lá, você nunca realmente me disse. Seu abraço, seu riso irônico, era legal quando você baixava a guarda e ficava longe dos seus amigos idiotas e falava um "oi", ou conversava, ou sei lá. Era sempre esse mistério chato, ás vezes falso, ás vezes desgastante, ás vezes que não significava nada para você.
Não sei porque quis escrever esse texto. Acho que talvez porque todos os textos que já escrevi te tratavam como um cara incrível, apaixonante e sensacional. E outros, você era terrível, ridículo, egoista, e uns adjetivos bem piores do que esses. Na verdade, não sei direito qual desses você realmente é. Acho que pelo menos um bom e um ruim desses descritos com certeza você pode ser. Mas, percebi que nunca escrevi um texto "neutro" que não diga nada de você, só diz um pouco de mim e do que eu senti.
Agora, você não é nem bom, nem ruim. Não trás mais nada que se tornará uma memória legal ou que me faça chegar em casa, jogar os sapatos no chão e deitar na cama no escuro, olhando para o teto e revivendo tudo novamente na minha cabeça o que aconteceu. Nada que fará eu comentar com uma amiga ou até com a minha mãe.
Você é você, sabe? Passou. Foi um tempo longo, eu admito, mas passou.
Acho que não há mais nada para se dizer, e finalmente acabou, você é agora um ponto final. E somente isso.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
A cadeia alimentar do amor
Todo mundo já passou pela situação da "Cadeia Alimentar do Amor", não é? Espera, você não sabe o que é isso? Pois bem, você talvez não saiba de nome, mas já deve ter passado por isso ou já viu alguém passar por isso. Ela funciona do típico jeito de filmes: Uma pessoa gosta de uma pessoa x, que não corresponde a ela porque ela gosta da pessoa y, que goste ou não dela, e se não gostar é porque gosta da pessoa z, que enfim, vai talvez gostar da pessoa a (?) ou da x, ou da pessoa y, ou até de você! Nunca se sabe.
Credo, coisa complexa.
Enfim, isso ocorreu comigo, e isso vai ocorrer com todo mundo pelo menos uma vez na vida. É o jeito das coisas acontecerem. É uma coisa louca que precisa de paciência, pois tudo está em uma constante mudança. Com o tempo tudo muda. Você cresce, você decide mudar de cabelo, de estilo, e pronto mudou. Assim, as outras pessoas podem querer fazer o mesmo (blé, o básico), e assim seus gostos mudarão. Inclusive de quem ela goste, talvez. Ou não. Depende do jeito dela, mas se ela começar a ouvir músicas de break up, chorar e de odiar todo mundo, é provável que sim.
O importante é saber que você pode começar a gostar de outra pessoa ou apenas esperar pelo outro. Ela ou ele podem se tocar de que é perda de tempo e que você sempre esteve lá para ele/a. Não é coisa de filme, não. Pense que os filmes tiraram todas aquelas idéias clichês de algum lugar, eu acho que eram de experiências próprias e da vida. Ou seja, aconteceram de verdade, elas são possíveis se houver jeito, química e conversas.
Pode ser que termine super bem tipo uma coisa meio “You Belong With Me” da Taylor Swift ou uma coisa "I'm Gonna Find Another You" do John Mayer, aí é com o destino.
Não precisa sofrer, por mais que seja bom chorar ás vezes. Não precisa pirar, por mais que seja bom dar uma descontada socando o travesseiro. Apenas, deixa rolar, viva um pouco, relaxa, respira, toma um tempo pra você. Tudo isso resulta em algo. É só esperar e quando você vê, você esquece, e quando não estamos procurando a vida nos trás muitas coisas boas!
Vou fazer isso.
Beijos!!!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
O amor merece uma segunda chance?
Oi, gente!
Bom, esses dias, eu percebi que depois de um certo tempo, meio ferida de um "relacionamento" passado, comecei a olhar diferente para as pessoas, de uma maneira mais aberta, e de repente, um sentimento novo começou a despertar dentro de mim, novamente. No começo, é sempre meio esquisito de novo, não é? Porque de novo, o amor não tem nada. Eu sinceramente o achava meio malvado ás vezes, e também dolorido, talvez era porque a pessoa escolhida não era certa, e assim, tudo desandou.
Porém, vou ter que usar aquela frase clichê "há mais ou menos 7 bilhões de pessoas no mundo, e blá blá blá", e é verdade realmente há mais do que eu e você, e bem, ele ou ela vivendo no planeta Terra, eu juro. Só é preciso abrir os olhos, ou respirar fundo, fazer uma mudança em si mesmo, seja psicológica ou não, que talvez, você comece a perceber.
Bom, no meu caso, demorou. Demorou muito, demorou tempo demais. Diversos sentimentos ruins foram usados durante essa demora toda quando na verdade, não precisavam ter aparecido em parte alguma da minha vida. Não era preciso ficar triste por alguém desmerecido, ou alguém que não te nota, não vale a pena o desgaste todo, afinal, nesse meio tempo, alguém deveria estar te notando não é? Ou alguém que merecia sua atenção e você nem percebia...
Porém, também, é complicado prestar atenção nos outros e no resto do mundo quando você realmente gosta de alguém, não da para negar. Mas, essa hora chega. E chegou. Eu fiquei feliz em notar uma pessoa nova, uma pessoa que eu ainda não descobri direito como funciona, mas desse pouquinho que eu já conhecia, me fez despertar o algo novo, e foi legal. Mesmo com o receio de se machucar novamente, é preciso não ter medo, não é? Não estou falando de mergulhar de cabeça e puf! Mas, sim de pequenos passos, conversas, risadas... Isso já não te faz se sentir melhor? Bem, pra mim faz, e é isso que estou começando a fazer. O engraçado é que essa pessoa não é nova na minha vida, mas mesmo assim, parece que a acabei de conhecer!
Talvez todo mundo mereça uma segunda chance, até esse sentimento esquisito que chamamos de amor.
Enfim, beijos!
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