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terça-feira, 9 de outubro de 2012

A cadeia alimentar do amor



Todo mundo já passou pela situação da "Cadeia Alimentar do Amor", não é? Espera, você não sabe o que é isso? Pois bem, você talvez não saiba de nome, mas já deve ter passado por isso ou já viu alguém passar por isso. Ela funciona do típico jeito de filmes: Uma pessoa gosta de uma pessoa x, que não corresponde a ela porque ela gosta da pessoa y, que goste ou não dela, e se não gostar é porque gosta da pessoa z, que enfim, vai talvez gostar da pessoa a (?) ou da x, ou da pessoa y, ou até de você! Nunca se sabe. 
Credo, coisa complexa.
Enfim, isso ocorreu comigo, e isso vai ocorrer com todo mundo pelo menos uma vez na vida. É o jeito das coisas acontecerem. É uma coisa louca que precisa de paciência, pois tudo está em uma constante mudança. Com o tempo tudo muda. Você cresce, você decide mudar de cabelo, de estilo, e pronto mudou. Assim, as outras pessoas podem querer fazer o mesmo (blé, o básico), e assim seus gostos mudarão. Inclusive de quem ela goste, talvez. Ou não. Depende do jeito dela, mas se ela começar a ouvir músicas de break up, chorar e de odiar todo mundo, é provável que sim.
O importante é saber que você pode começar a gostar de outra pessoa ou apenas esperar pelo outro. Ela ou ele podem se tocar de que é perda de tempo e que você sempre esteve lá para ele/a. Não é coisa de filme, não. Pense que os filmes tiraram todas aquelas idéias clichês de algum lugar, eu acho que eram de experiências próprias e da vida. Ou seja, aconteceram de verdade, elas são possíveis se houver jeito, química e conversas.
Pode ser que termine super bem tipo uma coisa meio “You Belong With Me” da Taylor Swift ou uma coisa "I'm Gonna Find Another You" do John Mayer, aí é com o destino.
Não precisa sofrer, por mais que seja bom chorar ás vezes. Não precisa pirar, por mais que seja bom dar uma descontada socando o travesseiro. Apenas, deixa rolar, viva um pouco, relaxa, respira, toma um tempo pra você. Tudo isso resulta em algo. É só esperar e quando você vê, você esquece, e quando não estamos procurando a vida nos trás muitas coisas boas!
Vou fazer isso.

Beijos!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Como sobreviver a um não

Oi gente!
Bom, esses dias eu estou super pra baixo, tipo mesmo e estou assim por uma simples palavrinha bem pequena, mas, que carrega uma força inacreditável, o "não".
Receber um não é sempre difícil, não importa a situação. Mas, e quando recebemos de um alguém que nos da um não quando tudo o que queremos ouvir da pessoa é um caloroso sim? É difícil, não posso negar. É complicado, é horrível e pode até doer. (doeu)
O pior é quando ficamos tão mal com isso que não conseguimos lidar direito com a situação. O não pode virar um fora, pode virar uma briga ou uma discussão. No meu caso, foi meio que um fora. Antes que você não entenda o "meio que um fora", só posso te responder um simples "é complicado".
Eu sou meio que nova nessas coisas de relacionamentos, mas "nãos" já ouvi milhares na minha vida. Dá até para fazer um filme de todos que eu já ouvi, ou uma música, você que sabe.
Acho que apesar dos apesares, o tempo vai curar tudo, dependendo do não que você levou. Há vários níveis de "nãos", do mais grave do tipo "Você aceita casar comigo" "Não" até o não de "Mãe, por favor, me deixa voltar pra casa depois da uma da manhã!" "Não". Ops??
Para sobreviver a um não é importante lembrar que não foi o mundo que se revoltou e negou algo para você, foi apenas uma pessoa ou um grupo. Mas parando por um segundo, você já olhou na sua rua, no seu bairro, na sua escola quantas outras pessoas existem em cada lugar? Muitas, mas muitas mesmo. Alguma falará um sim para você e te aceitará, ou concordará com você e poderá te acolher, e aí, o "não" que você recebeu de um alguém x virará apenas uma vaga memória na sua cabeça, e que quando tudo der certo, você irá rir dela.
Antes que alguém diga algo, eu não sei explicar o meu "não", ainda não sei em que nível ele poderia se encaixar (hm, calma, não foi que não aceitaram se casar comigo, eu tenho apenas 15 anos, hahaha!).  Mas, ele me afetou de uma forma esquisita, e quando eu descobrir o que poderá acontecer mais tarde, vocês serão os primeiros a saber. 

É isso, mas olha: eu sempre vou falar sim para vocês.


Beijos!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O amor merece uma segunda chance?


Oi, gente!
Bom, esses dias, eu percebi que depois de um certo tempo, meio ferida de um "relacionamento" passado, comecei a olhar diferente para as pessoas, de uma maneira mais aberta, e de repente, um sentimento novo começou a despertar dentro de mim, novamente. No começo, é sempre meio esquisito de novo, não é? Porque de novo, o amor não tem nada. Eu sinceramente o achava meio malvado ás vezes, e também dolorido, talvez era porque a pessoa escolhida não era certa, e assim, tudo desandou.
Porém, vou ter que usar aquela frase clichê "há mais ou menos 7 bilhões de pessoas no mundo, e blá blá blá", e é verdade realmente há mais do que eu e você, e bem, ele ou ela vivendo no planeta Terra, eu juro. Só é preciso abrir os olhos, ou respirar fundo, fazer uma mudança em si mesmo, seja psicológica ou não, que talvez, você comece a perceber.
Bom, no meu caso, demorou. Demorou muito, demorou tempo demais. Diversos sentimentos ruins foram usados durante essa demora toda quando na verdade, não precisavam ter aparecido em parte alguma da minha vida. Não era preciso ficar triste por alguém desmerecido, ou alguém que não te nota, não vale a pena o desgaste todo, afinal, nesse meio tempo, alguém deveria estar te notando não é? Ou alguém que merecia sua atenção e você nem percebia...
Porém, também, é complicado prestar atenção nos outros e no resto do mundo quando você realmente gosta de alguém, não da para negar. Mas, essa hora chega. E chegou. Eu fiquei feliz em notar uma pessoa nova, uma pessoa que eu ainda não descobri direito como funciona, mas desse pouquinho que eu já conhecia, me fez despertar o algo novo, e foi legal. Mesmo com o receio de se machucar novamente, é preciso não ter medo, não é? Não estou falando de mergulhar de cabeça e puf! Mas, sim de pequenos passos, conversas, risadas... Isso já não te faz se sentir melhor? Bem, pra mim faz, e é isso que estou começando a fazer. O engraçado é que essa pessoa não é nova na minha vida, mas mesmo assim, parece que a acabei de conhecer!
Talvez todo mundo mereça uma segunda chance, até esse sentimento esquisito que chamamos de amor.



Enfim, beijos!